segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Mais uma noite deitado em minha cama e me sentindo culpado.


Deitado aqui em meu quarto numa madrugada qualquer de segunda-feira, ouvindo as mesmas musicas que conheço de cor no meu celular, meus pensamentos só acabam em um ponto, o mesmo ponto de todas as outras noites desde que as férias começaram: como pude me apaixonar por você?
 Esse é um sentimento que por mais puro e sincero que ele seja me machuca por dentro e me faz me sentir cada vez mais culpado, por dois motivos. O primeiro deles é, como permiti que o senrtimento de amizade que tinha por você se transformasse em algo maior, como amor? Como isso aconteceu nunca saberei, pois, por mais que eu conheça fórmulas matemáticas, física ou químicas, ainda não descobri uma cpaz de controlar os meus sentimentos, a questão é, você aos poucos foi me conquistando, ganhando notoriedade com o seu jeito de ser, misterioso, cativante, às vezes engraçado e você me conquistou até durante seu breve sono entre as duas cidades que viajamos diariamente, pois nesses momentos você fica tão calmo que de alguma forma começo a acreditar que nada pode me fazer mal e nem a você, que vivemos em um mundo perfeito que só a gente conhece.
O segundo, não menos importante que o anterior, é não saber o que você sente, pensa sobre as coisas, e por mim também. Me machuca e me faz sentir como se eu fosse indiferente em sua vida, o que machuca mais que o ódio (o que muitas pessoas pensam ser o contrário do amor), porque se você pelo menos me odiasse, você ainda se importaria comigo.
Engraçado esse tal do amor, ao mesmo tempo que é a melhor coisa que existe na vida de qualquer um, é a coisa que mais pode devastar um ser-humano.
Então, Pessoa, se um dia você encontre isso e o leia, saiba apenas de uma coisa, que pra mim tornou-se uma verdade incontestável: EU TE AMO!
Quem sabe, depois dessa forma que eu encontrei de desabafar, um desabafo um tanto quanto solitário, carente, eu consiga me sentir um pouco menos culpado e consiga, de alguma forma, encotrar um pouco de paz, e adormecer para encontrá-lo no único lugar que você me ama: meus sonhos.

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